Sobre fazer planos enquanto 2016 começa já te mostrando que nada será bem como você esperava que fosse

2016 começou e eu como sempre estava cheia de planos, minha listas já dobravam a esquina, mas esse ano já deu uma prévia do seu potencial de sabotar nossas expectativas, para o bem e para o mal. 


A minha ideia central era conversar com vocês sobre as leituras de 2015 e falar sobre as minhas possíveis novas metas, parecia fácil iniciar os trabalhos no Mundo Platônico assim, mas então veio meu aniversário (conversaremos mais sobre ele em breve) no dia 05 de janeiro, não tive tempo nem para recuperar das festas de ano novo (risos) e já passei a comemorar um dos melhores e mais nerds aniversários que já tive, foi especial.

Até ai estava tudo bem, ganhei livros novos e muito diferentes do que eu esperava, e aquelas minhas metas de leituras para janeiro já começaram a ir pelos ares. Passado meu aniversário, eu parti com minha família em uma viagem para a praia que foi inesperada e maravilhosa, consegui carregar minha bateria em 110 %. Nada de leituras, metas, planos, conta corrente, blog, faculdade, nada disso, só sol, praia, mar, (muito) protetor solar, e curtição com a família, tem como ser melhor?

Voltei para a casa revitaliza e com toda a energia para organizar minhas coisas e efetivamente começar ano. Mas, 2016 resolveu me surpreender novamente, e depois de um aniversário e viagem que eu não esperava que fossem ser tão bons fiquei repentinamente doente, exatamente 1 SEMANA de dor de garganta, anti-inflamatórios, antibióticos, e cama. Eu, super ativa, que pretendia fazer muito acabei fazendo vários nadas e virei a primeira quinzena do ano só desejando conseguir comer e dormir sem sentir dor, seria cômico se não fosse trágico. 

Todos esses relatos dignos de  um diário de vampiro para dizer que 2016 já meu deu a sua primeira lição, a de que podemos escrever 10 mil páginas de planos e tudo bem fazer isso, mas é preciso entender que de uma hora para outra eventos muito bons ou não podem fazer com que nada que esquematizamos antes faça mais sentido. 

É aquele friozinho na barriga de expectativa do que esta por vir no próximo capítulo para revirar nossas vidas e o "já acabou, Jéssica?!" de todos os dias. Tudo bem, aceito isso, e meu coração continua aberto (risos). No final das contas as partes boas tem que se sobrepor sempre, mesmo quando não o façam. 

Resumindo: Fim de ano, ano novo, aniversário, praia, garganta inflamada, retorno ao estágio. 2016 está em andamento com tudo e parece que eu ainda estou tentando subir na prancha para só assim tentar me equilibrar nesse mar louco (está oficialmente aberta a temporada de metáforas vinte e um anos). 

Ok. Já podemos introduzir as conversas sobre livros no Mundo Platônico, e muito mais que isso (podem ter certeza!) nesse novo ano.

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