Meu último dia na Bienal do Livro 2014! (30/08/2014)

Há duas semanas a Bienal do Livro 2014 acabou e eu, atrasada como sempre, não terminei de postar no Mundo Platônico a minha experiência desse ano. Com minhas compras feitas, fiquei aliviada para usar meu último ingresso e escolhi ir no sábado (30/08), penúltimo dia de evento. Passei o dia inteiro na Bienal, mas não fiz muita coisa, o que não significa que tenha sido ruim. Cheguei por volta das 10h30 e a fila para entrar já estava imensa, eu e minha amiga esperamos pacientemente (não muito) e conseguimos entrar umas 11h. Estava com medo da multidão dentro da Bienal, não queria passar pelo mesmo sufoco do primeiro sábado (23/08). Felizmente o Anhembi ainda não estava lotado, nada comparado a loucura de colocar três escritores internacionais e vários nacionais muito famosos no mesmo dia e com a metade de São Paulo dentro do pavilhão (risos).

Feliz porque a Bienal estava habitável parti para o estande do Grupo Editorial Record. Ainda não havia comprado nada nesse estande, então após a fila para entrar corri para comprar meus exemplares de “Perdida” e “Encontrada”, ambos os livros estavam na minha lista de compras da Bienal. Peguei meus exemplares, e fui direto para fila do caixa que estava muito grande. Não explorei muito o estante da editora, que têm  livros muito bons, porque estava na fila do caixa e depois já queria partir para a outra fila (risos) só que essa de autógrafos.

Carina Rissi (Perdida, Encontrada) foi na Bienal autografar seus livros e lançar “Encontrada” apenas nesse dia, o que fez eu e muitos (muitos) outros fãs não quererem perder a oportunidade de conhecer uma autora de um dos melhores romances nacionais. Fiquei horas na fila para o autógrafo da Carina, muitas horas, prefiro nem dizer quantas! hahaha Não desisti porque estava acompanhada então passei o tempo conversando, e acabei fazendo amizade com o pessoal da fila. Conheci pessoas muito legais e passamos a tarde conversando sobre livros, o que deixou a espera suportável, e também conseguíamos sair da fila para ir no banheiro, comer, e andar um pouco, sem problemas na hora de voltar.

Quando finalmente chegou minha vez o autógrafo da Carina foi muito melhor do que eu esperava, a autora é extremamente simpática e carinhosa! Comentei com ela do tempo de espera na fila e ela ficou chateada e me contou que passou mal no meio dos autógrafos (Cadê o pessoal do Grupo editorial Record para dar informações? Caíram ainda mais no meu conceito). Todo tempo que esperei valeu a pena porque a Carina Rissi é muito amor, autografou meus livros, tirou foto, respondeu minhas perguntas, e contou que teve briga na fila de autógrafos da Sylvia Day por causa do atraso da autora (ri demais). Muito atenciosa a Carina foi uma das melhores pessoas que conheci nessa Bienal.

Saindo feliz dos autógrafos da Carina parti para o estande da Intrínseca. No dia 25 comprei o livro “Pó de Lua”, foi amor a primeira vista, li o livro em poucas horas e me apaixonei mais ainda. A autora Clarice Freire lançaria oficialmente “Pó de Lua” dia 30 na Intrínseca com direito a autógrafos e fotos, e por amar o livro eu não poderia perder. Enquanto eu chegava ao fim da fila da Carina, minha amiga guardou meu lugar na fila da Clarice Freire (Muito obrigada pela paciência, Laura!), por isso não esperei nem 10 minutos para pegar meu último autógrafo.

PAUSA para elogiar a editora Intrínseca. Eram 17h da tarde no penúltimo dia de Bienal, estava um caos, tudo conspirava para o autógrafo ser mal organizado, mas a Intrínseca formou uma fila no estande da frente, colocou várias pessoas com camisetas de “Pó de Lua” para orientar os leitores. Quando chegou minha vez o funcionário da Intrínseca praticamente pegou na minha mão e me levou através da multidão para entrar no espaço de autógrafos da Clarice. Depois de várias experiências ruins (Record) fiquei pasma com a organização impecável da editora Intrínseca e atenção com os fãs, fiquei orgulhosa por ela ser uma das minhas editoras favoritas.

Voltando ao autógrafo em si, a Clarice Freire além de muito bonita é uma fofa (autores nacionais são muito legais gente!), trocamos algumas palavras, contei que adorei seu livro, recebi meu autógrafo lindo e sai saltitando de felicidade.

E isso foi tudo. No geral, conheci muita gente bacana nessa Bienal, comprei bons livros, os estantes estavam lindos, mas a má organização estragou o evento para muitas pessoas (e quase para mim também!). Espero sinceramente que eles repensem muito sobre tudo (local, número de pessoas, e etc.) e preparem um evento melhor em 2016, e que o Rio de Janeiro pegue o exemplo e faça uma maravilhosa Bienal ano que vem!

3 comentários:

  1. Ei Gabi

    Adorei, a Carina Rissi é super simpática mesmo, autografei o meu Perdida com ela, edição da Baraúna ainda, que eu comprei na Bienal do RJ acho. Lembro que custei pra achar o estande, tinha pouca gente, antes dela virar diva da Record rs.
    Q bom que a Intrínseca organizou melhor tudo, tbm sou fã deles, ainda não tenho Pó de lua, mas quero ler.
    bjs

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  2. Oi Nanda!
    Li Perdida na edição da Baraúna também, lembro que não era nada famoso! KKKKKKKK
    Mas é muita felicidade ver a Carina na Record, não é? Mesmo com as filas gigantes de autógrafos!
    Leia Pó de Lua!! Eu adorei!

    Obrigada pela Visita!

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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